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Psicologia: Convite PalestraInformações
calendar_today05/06/2012

Psicologia: Convite Palestra

O Departamento de Psicologia da FUNEPE convida para a palestra "Humanização do Parto e Nascimento: Limites e Possibilidades", que será proferida pelo Prof. Esp. Lucas Bondezan no dia 11 de junho, às 19h30, no anfiteatro da FUNEPE. Haverá Certificado. Interessados deverão efetivar suas inscrições na Secretaria da Faculdade ou pelo email funepe@funepe.edu.br, com nome e RG. Vagas limitadas.Autor:Vânia Pereira

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Plano de formaçãoInformações
calendar_today04/06/2012

Plano de formação

O crescimento de mais de dez vezes nas matrículas no ensino superior tecnológico na última década confirma a aposta do país nessa graduação como uma resposta imediata à falta de profissionais qualificados para o mercado de trabalho. Os esforços para o desenvolvimento da formação de tecnólogos vêm de governos, entidades de classe e empresas que, junto às instituições de ensino, trabalham na formatação de programas específicos para atender à necessidade de cada região. Um dos motivos pelos quais o ensino superior tecnológico é algo premente à sociedade brasileira é o fato de o tempo investido pelos alunos nessa formação, na média de dois anos e meio, ser menor quando comparado ao período necessário para formação de um bacharel, no mínimo de quatro anos. Mas a principal característica que suscita a valoração da modalidade é a especificidade dos saberes de estudos. Como os cursos tecnológicos destinam-se ao aperfeiçoamento de conhecimentos de áreas específicas, característica comum à formação técnica, permitem atender a demandas pontuais do setor produtivo de forma mais rápida, com qualidade e status de nível superior. Bem maior Considerados como a "bola da vez" por especialistas em educação, os cursos superiores tecnológicos são reconhecidos por ter alta empregabilidade e baixo custo, tanto para instituições quanto para alunos. Ciente dessa condição, o governo federal pretende, a partir deste ano, difundir ainda mais a modalidade no país. Essa ação acontece por meio de um trabalho interministerial sob o braço do programa Brasil Maior, lançado pela Presidência da República em agosto do ano passado. Em síntese, o plano objetiva sustentar o crescimento econômico brasileiro inclusivo, num contexto econômico adverso, e manter o país estável face às possíveis crises financeiras internacionais. De acordo com as metas do Executivo, o foco do Brasil Maior volta-se à inovação e adensamento produtivo do parque industrial brasileiro, objetivando ganhos sustentados da produtividade do trabalho. De acordo com Marcos Vinícius de Souza, diretor do Departamento de Fomento à Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Brasil Maior é a resposta do governo à necessidade de mercado. "Identificaremos as necessidades do empresariado para oferecermos soluções educacionais profissionalizantes a fim de suprir as demandas", informa. "O programa, em termos educacionais, é a ponte para transpor o que chamamos na literatura de inovação de 'vale da morte'. Ou seja, transformar o conhecimento produzido na academia e centros de pesquisa em produtos de mercado", reflete Souza, que é um dos coordenadores do comitê de Formação e Qualificação Profissional, órgão inserido no plano, composto também por representantes do Ministério da Educação. Nas diretrizes do plano, o governo reconhece que o perfil da formação profissional nacional precisa se adequar às necessidades de crescimento baseado na inovação e que a demanda de mercado supera a oferta existente desses profissionais. Nessa lacuna vislumbra-se o potencial de expansão para o ensino superior tecnológico, embora as principais ações do governo, em termos educacionais de qualificação, estejam concentradas na formação de nível técnico médio. Neste momento, os integrantes dos comitês do Brasil Maior estão levantando as demandas por inovação de cada um dos 19 setores elencados no projeto como prioritários ao desenvolvimento do país (veja mais na pág. 29). "Com isso, juntaremos a oferta de ensino à procura do mercado", diz Souza. Ao ser questionado se essa ação não acontece tardiamente, o diretor pontua que não. "Há muito tempo se fala do 'apagão' da mão de obra no país. Mas se olharmos bem não faz tanto tempo assim", defende. De acordo com ele foi somente na metade da década de 2000 que o Brasil começou a apresentar forte crescimento. Ele ainda cita como exemplo o setor naval, praticamente inexistente há cinco anos. No entanto, o diretor do MCTI reconhece o fato de termos de "correr contra o tempo" para a formação profissional. "O Brasil é muito inovador. Principalmente, em desenvolver novas tecnologias de acordo com nossa situação. Há um ambiente muito forte de inovação no país. E a educação é matéria-prima para o desenvolvimento. Precisamos investir nela constantemente", defende. Pacto pela formação Foi baseado nas diretrizes do Brasil Maior, mas especialmente para atender à demanda do setor industrial regional, que o governo do Rio Grande do Sul estabeleceu o Pacto pela Educação Profissionalizante, Técnica e Tecnológica: formação e desenvolvimento, reunindo empresas, instituições de ensino superior e Estado. Entre as ações desenvolvidas está o estímulo e incentivo à formação tecnológica, especialmente nas áreas consideradas cruciais para o crescimento econômico da região. Para isso, foi criada uma espécie de ProUni gaúcho, que em agosto distribuirá 250 bolsas para cursos de formação superior de base tecnológica (leia mais na pág. 31). Os alunos beneficiados deverão ter renda familiar per capita inferior a 1,5 salário mínimo e, em contrapartida, o bolsista deverá participar de atividades complementares de inclusão produtiva e de responsabilidade social. Cético quando do início das discussões sobre a formação do pacto, o secretário da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico (SCIT/RS), Cleber Prodanov, que também coordena o programa, surpreendeu-se com a rápida elaboração, execução do plano e sua aceitação por todos os entes envolvidos na empreitada. "Nas primeiras conversas com o governador, quando fui chamado a integrar a equipe de constituição desse trabalho, confesso ter acreditado que seria muito difícil colocarmos em prática essa ideia. Mas me surpreendi", revela. Entre as primeiras discussões e a iminência do início das aulas foram oito meses de trabalho. "Apesar de toda a burocracia, de ser um processo muito difícil, conseguimos trabalhar em conjunto internamente e com a sociedade civil organizada. Não há protagonistas nessa conquista. Potencializamos o esforço de todos para um resultado comum de crescimento", pondera. Na visão dele, o pacto, de forma geral, aumenta a formação de mais e melhores recursos humanos para o mercado do trabalho. Mas esse não é o único objetivo. "Oferecemos a essas pessoas, por meio da educação, mais possibilidades de ascensão cultural e social", acrescenta. De Santa Catarina vem outro exemplo de esforço conjunto entre sociedade e governo para reverter o tempo perdido na expansão da formação de profissionais. Uma parceria entre a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), prefeitura de Florianópolis e 112 empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) mapeou os recursos humanos ligados ao setor na capital catarinense. A ideia foi identificar os gargalos e necessidades para aprimoramento da mão de obra existente. O estudo identificou que nas 112 empresas consultadas trabalhavam 5.055 profissionais. Desses, 3.261 atuavam diretamente na área tecnológica, desenvolvendo ou coordenando projetos, produtos e serviços do setor. Em 2010, as empresas encerraram o ano com 560 vagas em aberto para profissionais de tecnologia. Esse número representa 17% de todos os empregados nas empresas pesquisadas. Além disso, havia uma expectativa de contratação para o ano de 2011 de 1.517 novos profissionais, entre desenvolvedores, analistas e outros. Ou seja, apesar das vagas ociosas o setor passaria a oferecer quase três vezes mais oportunidades de emprego. E mais: em 2014, as empresas estimam a contratação de 2.397 novas pessoas. Isso representa 73% dos atuais 3.261 empregados nestas empresas. Os resultados do estudo vieram confirmar a impressionante carência numa das áreas que mais crescem no país. "Se não investirmos na formação profissional para as TICs, não apenas as empresas deixarão de crescer. Perderemos, sim, a oportunidade de termos um país diferente", avalia Moacir Marafon, vice-presidente da Acate. Para ele, o setor oferece às novas gerações a oportunidade de crescimento social por empregos e planos de carreira de alta tecnologia e com enorme valor agregado. Sem contar, ainda, com o impacto gerado nos centros urbanos. "Esse setor tem características desejadas por qualquer cidade. É uma indústria silenciosa. Não há caminhões transportando bits. Eliminam-se, entre outros, os problemas de mobilidade urbana", defende. Impulso na educação O crescimento, contudo, dessa área está intimamente ligado à educação. Por se tratar de um setor em que a matéria-prima é o conhecimento, os estudos são fundamentais para sua diversificação. "É o momento de agir. As TICs crescem exponencialmente. Precisamos fazer funcionar o tripé academia-governo-empresas", ressalta Marafon. "Se nada, ou muito pouco, fizermos vamos ter mais dificuldades para nos equiparar a outros países", acrescenta. Ainda de acordo com o mapeamento da Acate, os profissionais mais solicitados são: analista de sistemas, programador Java e Delphi, analista e desenvolvedor. Todas essas profissões bem distintas das oferecidas até bem pouco tempo atrás. E que levam também a uma condição de empregabilidade diferente da vivida em anos passados. Marafon lembra que ao se formar em engenharia, em 1982, era "apaixonado" por cálculos estruturais. Contudo, não conseguia vaga sequer como estagiário. "Muitos colegas desistiram da profissão depois de formados porque não encontravam trabalho", conta. "O Brasil mudou, como se observa. Os tempos são outros. Temos uma grande oportunidade para nosso crescimento", pontua. Sem controle Atualmente, o ensino técnico ou profissionalizante, de nível médio, é o mais difundido e estruturado nas redes de ensino, públicas e particulares, do país. O ensino superior tecnológico, apesar de coexistir nesse cenário, ainda apresenta deficiências de compreensão social e estrutura quando comparado à formação técnica de nível médio. Essa realidade existe a despeito de seu robusto e acelerado crescimento como formação educacional no país. O Censo da Educação Superior 2010 aponta a expansão das matrículas nos cursos tecnológicos superiores. Em 2001, havia 69.797 alunos matriculados nessa modalidade de ensino, presencial ou a distância. Em 2010, saltou para 781.609 matrículas. Em termos proporcionais, as matrículas nos cursos tecnológicos passaram de 2,3%, do início da década passada, para 12,3%. Dentre o total de 3.958,544 matrículas contabilizadas em 2010 pelo MEC, no ensino superior, nos cursos presenciais, 73% delas estavam nos bacharelados; as licenciaturas absorviam 17% do total; e o ensino superior tecnológico detinha 10% dos alunos. Na educação a distância (EAD), o cenário é distinto. As licenciaturas lideram em número de alunos matriculados com 426.241, que representam quase a metade do total (45,8%), enquanto o bacharelado e o ensino tecnológico praticamente dividem a outra metade de matrículas, com 268.173 (28,8%) e 235.765 (25,3%) respectivamente. São as instituições de ensino superior particulares as que mais oferecem cursos superiores tecnológicos. De acordo com levantamentos do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp), matricularam-se em 2010, na rede particular de ensino, apenas na modalidade presencial, 452.699 pessoas. Já as instituições públicas, no mesmo ano, detinham 93.145 alunos em todo o país. Em termos dos cursos, a maior parte das matrículas nas instituições particulares (presencial ou EAD) foi para a área de gerenciamento e administração - 44%; seguida de processamento da informação, com 8,5%; ciência da computação, com 6,6%; marketing e publicidade, com 6,1% e proteção ambiental (cursos gerais), com 5,1%.Autor:Udo Simons

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Ensino de matemática ganha apoio da tecnologiaInformações
calendar_today04/06/2012

Ensino de matemática ganha apoio da tecnologia

São Paulo - O que a matemática tem a ver com Fernando Pessoa? "Tudo!", afirma Danielle Cavallo, de 16 anos. No ano passado, quando cursava o primeiro ano do ensino médio, ela e a colega Karen Oliveira, da Escola Lourenço Castanho, redesenharam o famoso retrato do escritor português a partir de gráficos com retas, parábolas e curvas. O resultado do trabalho, perfeito, mostrou que o software utilizado nas aulas ajudou ambas a entender as temidas funções de primeiro e segundo graus. Exemplo de que o uso de ferramentas além da lousa e do giz ajuda os alunos a ver sentido no que aprendem e pode ser muito útil para o ensino da disciplina campeã de rejeição entre pequenos e adultos. "Sempre tive dificuldade com matemática. E, se eu tivesse aprendido só no papel, teria sido monótono e muito difícil. Quando consegui desenhar o Fernando Pessoa, vi a aplicação prática daqueles números todos", conta Danielle. Para facilitar a compreensão, vale usar imagens dos terremotos dos últimos dias na Itália para explicar logaritmos ou sair às ruas e usar os ângulos dos prédios para explicar trigonometria. "A frase que mais ouço e mais me deixa feliz é: 'Ah, então é isso'", diz a professora Janine Moura Campos, que executou o projeto com a colega Heloisa Hessel. "Conseguimos quebrar nove anos de resistência. A maioria desses alunos não gostava da disciplina desde que entrou na escola", acrescenta. Janine refere-se à tradicional aversão do brasileiro à matemática. Um hábito cultural percebido já no primeiro ano do ensino fundamental, afirma Juliana Cunha de Melo, professora há 16 anos na cidade de Franca, interior de São Paulo. "Percebo que o pai já avisa, antes de a criança ir para a escola, que matemática vai ser um problema", diz Juliana. "Daí, o menino de 7 anos já chega decidido a não gostar. Como a didática dos docentes não ajuda, logo isso se confirma." As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.Autor:Agência Estado

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Felicitações à FUNEPE. Relato do Sr. Carlos Alberto SchettiniInformações
calendar_today29/05/2012

Felicitações à FUNEPE. Relato do Sr. Carlos Alberto Schettini

Parabéns FUNEPE. Como ex-aluno queria externar minha eterna gratidão pelos conhecimentos adquiridos nesta conceituada instituição de ensino. Ter o prazer de acomodar-me nas modestas, mas aconchegantes salas de aulas espalhadas pelos inúmeros pavilhões é um privilégio de poucos. No longínquo ano de 1.975 me formei docente em Matemática e ainda relembro com clareza os momentos felizes que compartilhava com meus colegas de turma. Ah! que saudades daquele burburinho rolando pelos corredores apinhados de indivíduos ávidos pelo saber. Era a busca de um sonho. A formação em uma nobre profissão que ao passar dos semestres mais se tornava real. Ficou daquela época a lembrança dos inesquecíveis colegas e dos mestres que se esmeravam nos ensinamentos das diversas áreas do conhecimento dos números. O Álvaro Milreu, o Flávio Valente, o José Luis do Carmo e tantos outros deixaram gravados em nossa consciência a importância de se ter uma boa estrutura da sapiência. Hoje, aposentado, muito me orgulho de apresentar o meu certificado de professor, de um tempo que não voltará jamais. Parabenizo todos aqueles que com muita dedicação conseguiram manter viva esta pérola da educação superior. Muito obrigado e que muitos eventos de 46 anos ainda se possa ter a alegria de comemorar. Relato feito pelo Sr. Carlos Alberto Schettini, através do Facebook.

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Dia do Desafio: a FUNEPE estará dentro!Informações
calendar_today28/05/2012

Dia do Desafio: a FUNEPE estará dentro!

Está sendo programado e coordenado pelo curso de Pedagogia da FUNEPE uma ação de participação no DIA DO DESAFIO (Challenge Day). "Nosso objetivo é que consigamos uma participação expressiva de toda a comunidade acadêmica da FUNEPE. Acreditamos que aqueles que já participam tem consciência de atitudes saudáveis e também queremos sensibilizar e chamar a atenção daqueles que desconhecem ou que nunca participaram", diz o Prof. Cledivaldo Donzeli, coordenador de Pedagogia. Para tanto convidamos o Prof. Jorge, professor de Educação Física da Rede Municipal de Ensino para estar conduzindo as atividades. SOBRE O DIA DO DESAFIO O Dia do Desafio foi criado no Canadá e é difundido mundialmente pela The Association For International Sport for All (TAFISA), entidade de promoção do esporte para todos, sediada na Alemanha.É uma campanha de incentivo à prática regular de atividades físicas em benefício da saúde e acontece anualmente na última quarta-feira do mês de maio, por meio de ações comunitárias. O SESC SP coordena o evento no Continente Americano desde 2000.O convite à atividade física se estende a todos, envolvendo o poder público de cada cidade, as instituições da sociedade civil, empresas, voluntários locais e os próprios participantes. 30 de maio de 2012. DIA DO DESAFIO. Você se mexe e o mundo mexe junto.

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FUNEPE completa 46 anos.Informações
calendar_today28/05/2012

FUNEPE completa 46 anos.

A FUNEPE está completando o seu 46º aniversário de fundação. Ao longo desses anos todos, ela formou inúmeras pessoas nos seus mais diversos cursos. Muitas dessas pessoas encontram-se hoje exercendo cargos importantíssimos em Penápolis, no Brasil e no mundo. Nas escolas da região, são raras as escolas de segundo grau que não possuem em suas direções os ex-alunos da Funepe. Temos gente graduada exercendo cargos nos governos municipais, estaduais e até no governo federal. E isso tudo é motivo de alegria para todos nós. E você que é aluno da Instituição, estuda na Fafipe ou já estudou nela, deve comemorar, deve mostrar a sua felicidade por conviver ou por ter convivido conosco. Brindemos a mais este aniversário. E agradeçamos a Deus por ter iluminado o ex-Prefeito Dr. Edison Geraissate pela criação da Funepe, materializando um velho sonho e dando oportunidades a que pessoas da cidade e da região sirvam de orgulho para esta cidade maravilhosa. Obrigado a vocês todos, que sempre colaboraram conosco. Obrigado Penápolis, por ter apoiado essa ideia tão feliz e que tantas alegrias já trouxe e ainda trará. (Laerte da Silva, atual gerente administrativo financeiro da FUNEPE)Autor:Laerte da Silva

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Dia das MãesInformações
calendar_today11/05/2012

Dia das Mães

Nossos cumprimentos a todas nossas alunas que são mamães e a todas as mamães de nossos alunos, enfim... a todas as MÃES, sinônimo de AMOR e CUIDADO.

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SEMANA DE CURSOS 2012 FUNEPEInformações
calendar_today09/05/2012

SEMANA DE CURSOS 2012 FUNEPE

A comunidade acadêmica da FUNEPE estará, entre os dias 14 e 17 de maio, envolvida e empenhada na realização da versão 2012 de sua SEMANA DE CURSOS. O evento é destinado aos alunos internos e seus convidados. Conta com palestras, mini cursos e debates nas diversas áreas de conhecimento. Interessados nos mini cursos deverão efetivar suas inscrições na secretaria da Faculdade. PROGRAMAÇÃO PEDAGOGIA: 14/05 – 19h30 - Palestra: Relato de experiência na Implantação da Educação Infantil Integral. Palestrante: Prof. Antonio Augusto Parada Local: anfiteatro da FUNEPE 15/05 – 19h30 – Apresentação Projetos de TCC dos concluintes do curso. Comunicação: Rede CAAS Local: anfiteatro da FUNEPE 16/05 – 19h30 – Mini cursos: 1. A importância do registro na matemática Profª. Ma. Paula Veronese. 2. O currículo de matemática nas séries iniciais do Ensino Fundamental – Ciclo I Prof. Me. Richael Silva Caetano 3. O ensino da tabuada e a tabela pitagórica. Profª. Ma. Luciana Buranello 4. Musicalização Infantil Profº. José Maurício Soliani e Profª. Dinair Aires 5. Diálogos com o patrimônio cultural e a memória coletiva Profº. Wesley P. Chotolli Local: salas de aula FUNEPE 17/05 – 19h30 – Palestra: Identidade e mudanças relacionais na passagem do século XX para o século XXI. Palestrante: Prof. Dr. Antonio Celso Ferreira Local: teatro LUMINE 18/05 – 19h30 – Mini cursos: 1. Construção do número pela criança: o jogo como estratégia de trabalho. Profª. Dalva de Lima Ferreira e Profª. Roseli Aparecida Pombal Carvalhal. 2. Causas e prevenção de deficiências: como trabalhar na escola. Profª. Elizangela Fernandes e Profª. Julia Gomes Heradão. 3. Fantoches no processo educativo Profª Drª Larissa Bassan 4. Práticas científicas para o ensino de ciências no primeiro ciclo do ensino fundamental Profª Ma. Solange Sazima Local: salas de aula FUNEPE PROGRAMAÇÃO PSICOLOGIA: Coral Vila da Infância “Som do Coração” 14/05 – 19H30 – Mesa-redonda - Psicologia e Políticas Públicas: interfaces possíveis. Convidados: Prof. Me. Cledivaldo Aparecido Donzelli – Secretário Municipal de Educação de Penápolis. Edgar Parra dos Santos - Representante da Secretaria Municipal de Saúde de Penápolis. Aparecida Rueda - Representante da Secretaria Municipal de Assistência Social de Penápolis. Profa Ma. Sandra Elena Spósito – Professora do curso de Psicologia da Funepe. Público Alvo: alunos do curso de Psicologia e demais alunos da FUNEPE, profissionais das áreas de atendimento a criança e adolescente, assistência social, educação, saúde e demais interessados. Local: FUNEPE 15/05 – 19H30 – Oficina: O psicólogo e a intervenção a partir de novos modelos de assistência em Saúde Mental. Exposição de trabalhos do CAPS - Penápolis Convidada: Profa Ma. Sandra Elena Spósito – Professora do curso de Psicologia da Funepe. Kátia Ferreira e Inara Antunes, alunas do curso de Psicologia da FUNEPE. Público Alvo: alunos do curso de Psicologia e demais alunos da FUNEPE, profissionais das áreas de atendimento a criança e adolescente, assistência social, educação, saúde e demais interessados. Local: FUNEPE Vagas limitadas: 30 16/05 – 19H30 – Oficina: Orientação aos pais: algumas contribuições da psicologia a respeito da educação de crianças e adolescentes. Convidada: Profa Ma. Natália Guimarães Dias – Professora do curso de Psicologia da Funepe. Coral da APAE Público Alvo: alunos do curso de Psicologia e demais alunos da FUNEPE, profissionais das áreas de atendimento a criança e adolescente, assistência social, educação, saúde e demais interessados. Local: FUNEPE Vagas limitadas: 30 17/05 – 19H30 – Mesa-redonda: A medicalização na sociedade: desafios para o processo educativo e para a prática profissional do psicólogo. Convidadas: Profa Ma. Ana Karina Barbosa – Professora da Faculdade do Sudoeste Paulista e psicóloga clínica. Profa Dra Elisana M. Machado de Souza – Professora do curso de Psicologia da Funepe. Doutores do Coração (Santa Casa de Penápolis) Público Alvo: alunos do curso de Psicologia e demais alunos da FUNEPE, profissionais das áreas de atendimento a criança e adolescente, assistência social, educação, saúde e demais interessados. Local: FUNEPE Durante todas as atividades será realizada uma mostra dos trabalhos do Curso de Psicologia da FUNEPE. PROGRAMAÇÃO TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO: 14/05 – 19H30 – Palestra: Legislação e Fiscalização de Agrotóxicos - Do Comércio à Propriedade. Palestrantes: Engenheiro Agrônomo Raphael Delelmo Toigo Lavanhini e Engenheiro Agrônomo Dr. Marco Antonio Basseto, assistentes agropecuários da Coordenadoria de Defesa Agropecuária, escritório regional de Araçatuba. Local: FUNEPE 15/05 – 19H30 – Palestra: Gestão de Saúde e Segurança do Trabalho. Palestrante: Dr. Itamar Andreatta. Médico do Trabalho; Ortopedista e Traumatologista; Ultrassonografista músculo-esquelético; Acupunturista; Membro especialista da Associação Nacional de Médicos do Trabalho; Coordenador do Grupo Renuka do Brasil S/A. Local: teatro LUMINE 16/05 – 19H30 – Palestra: Piscicultura: princípios gerais. Palestrante: Dr. Clóvis Inocente Filho, Médico Veterinário da CATI – Escritório de Penápolis. Local: FUNEPE 17/05 – 19h30 – Mini cursos: Tema: - Noções Básicas de Formação de preços Palestrante - Prof. Mestre José Luiz Pereira Braz • Professor da Fundação Educacional de Penápolis • Mestre em Contabilidade • Consultor Tema: - Conhecimentos básicos da Calculadora HP 12C Palestrante - Prof. Francisco Sergio Arias Brito • Professor da Fundação Educacional de Penápolis Tema: - Relações Humanas nas Empresas Palestrante - Rita de Cássia Vieira Borges • Assistente Social • Psicóloga • Pós Graduada em Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes • Foi Diretora Técnica de Serviços do Escritório Regional de Assistência Social • Membro da equipe de implantação da Política Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e da Política de Assistência Social do município de Penápolis - SP e sub-região; • Profissional liberal, com desenvolvimento de Oficinas de Discussões sobre Direitos Humanos, Gênero e Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes. Tema: - Governo Eletrônico Palestrante - Prof. João Francisco Fernandes • Professor da Fundação Educacional de Penápolis • Empresário da área de Sistemas e Automação comercial Local: salas de aula FUNEPE. PROGRAMAÇÃO ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS: 14/05 – 19H30 – Palestra: Evolução da Administração Tributária e o Controle das Informações. Palestrante: Sidnei Torres. Auditor da Receita Federal; Julgador da 2ª Turma da Delegacia de Julgamento em Ribeirão Preto; foi fiscal do Estado de Minas Gerais e Membro da Assessoria da Secretaria da Fazenda de Minas Gerais; atuou como Delegado da Receita Federal de São José do Rio Preto. Local: teatro LUMINE 15/05 – 19H30 – Palestra: Gestão de Saúde e Segurança do Trabalho. Palestrante: Dr. Itamar Andreatta. Médico do Trabalho; Ortopedista e Traumatologista; Ultrassonografista músculo-esquelético; Acupunturista; Membro especialista da Associação Nacional de Médicos do Trabalho; Coordenador do Grupo Renuka do Brasil S/A. Local: teatro LUMINE 16 e 17/05 – 19h30 – Mini cursos: Tema: - Noções Básicas de Formação de preços Palestrante - Prof. Mestre José Luiz Pereira Braz • Professor da Fundação Educacional de Penápolis • Mestre em Contabilidade • Consultor Tema: - Conhecimentos básicos da Calculadora HP 12C Palestrante - Prof. Francisco Sergio Arias Brito • Professor da Fundação Educacional de Penápolis Tema: - Relações Humanas nas Empresas Palestrante - Rita de Cássia Vieira Borges • Assistente Social • Psicóloga • Pós Graduada em Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes • Foi Diretora Técnica de Serviços do Escritório Regional de Assistência Social • Membro da equipe de implantação da Política Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e da Política de Assistência Social do município de Penápolis - SP e sub-região; • Profissional liberal, com desenvolvimento de Oficinas de Discussões sobre Direitos Humanos, Gênero e Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes. Tema: - Governo Eletrônico Palestrante - Prof. João Francisco Fernandes • Professor da Fundação Educacional de Penápolis • Empresário da área de Sistemas e Automação comercial Local: salas de aula FUNEPE.Autor:Vânia

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5 lições que CEOs podem tirar do filme "O Poderoso Chefão"Informações
calendar_today03/05/2012

5 lições que CEOs podem tirar do filme "O Poderoso Chefão"

Nada de mortes, cabeças de cavalo ou tiros de metralhadora. Para Justin Moore, CEO e fundador da Axcient, empresa que oferece backup e recuperação de desastres em bancos de dados, o filme "O Poderoso Chefão", de Francis Ford Coppola, é recheado de dicas de gerenciamento de empresas para CEOs. Moore já havia assistido o filme há cerca de 10 anos. Mas, só agora percebeu que a família Corleone dá ótimas dicas para comandar um negócio: "Eu certamente não aprovo o crime ou a violência, e não estou sugerindo que negócios devem ser operados como a máfia. Mas, há alguns temas universais no filme que eu posso relacionar com um CEO", diz Moore, segundo o Fast Company. A primeira dica do filme é sobre construir fortes comunidades. Vito Corleone diz que "algum dia - e esse dia pode nunca chegar -, eu o chamarei para fazer um serviço para mim". Essas palavras mostram que é muito importante ter uma rede de relacionamentos. Moore explica que Vito criou uma rede de influências e relacionamentos ao garantir favores e ajudar pessoas. Criar parcerias estratégicas permite que empresas trabalhem em mercados desafiadores: "Como um CEO, parte de meu trabalho é ser um superconector, criando redes entre a comunidade tecnológica", explica. O mesmo Vito também diz: "Qual o problema com você? Acho que seu cérebro está ficando mole". E, nesse caso, o filme faz lembrar que tem horas que precisamos ser duros. E, manter pessoas responsáveis do seu lado também ajuda. "Assim como Vito permitiu alguns momentos de fraqueza, tentaram assasiná-lo. E, em grande parte, foi por causa de falhas em sua equipe", diz Moore. Ele explica que "para ter sucesso nos negócios você precisa ser duro e ser extremamente focado em atingir metas e resultados". Isso quer dizer que ter muita tolerância com pessoas ou produtos que mostram baixa performance só dificulta tudo. "Você é totalmente responsável por todos os seus empregados e acionistas", comenta. Já Michael Corleone nos ensina a não nos emocionarmos, com a frase "Não é pessoal, Sonny. São apenas negócios". Moore diz que muitas pessoas não conseguem lidar com o fato de que, nos negócios, há perdedores e vencedores. "Nos negócios, se você perder a oportunidade de ultrapassar seus competidores, eles tirarão você do mercado", diz. O CEO também explica que você não deve fazer nada que ultrapasse os limites da moralidade ou dos direitos, mas sim que, "para ter sucesso, você precisa colocar de lado suas emoções e seus egos", porque, quando isso não acontece, você toma más decisões. Estar sempre um passo a frente de seus concorrentes e jogar para vencer são dicas importantes, segundo Moore. Ser decisivo é ponto-chave, segundo o CEO. Ele explica que dois sentimentos emergem nele quando vê "O Poderoso Chefão". O primeiro é o choque, "porque [Don Corleone] é tão impiedoso que mata um membro de sua própria família". O outro é o respeito "para o fato que de Don sabe exatamente o que quer, executa de forma decisiva e comanda através de um respeito inabalável". Você não precisa matar alguém para provar seu ponto de vista, mas, sempre saber que decisão tomar ajuda muito. Moore diz que é preciso "saber quem no seu time está tomando decisões corretas e confiar nele para que tome ações decisivas". Para ele, hesitar é perder oportunidades. Vito Corleone também diz: "Você passa tempo com sua família? Porque um homem que não passa tempo com sua família não é um homem real". Moore ressalta que muitos empresários passam 100 horas semanais trabalhando, mas isso acaba se tornando algo negativo para a vida do executivo e também para a empresa. Ele diz que "um líder não pode solucionar problemas de forma criativa e nem tomar excelentes decisões sem estar conectado com pessoas ou paixões de fora do trabalho". Moore explica que passar tempo com a família e com os amigos dá a perspectiva necessária para construir relacionamentos e tomar ações decisivas para continuar no rumo do sucesso.Autor:UOL - olhar digital

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Einstein expande suas unidades e contrata diversos profissionaisInformações
calendar_today03/05/2012

Einstein expande suas unidades e contrata diversos profissionais

Prezado candidato, A Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein tem estabelecido diversas parcerias com a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (SMS/PMSP), por meio da gestão compartilhada de equipamentos de saúde, como Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Assistências Médicas Ambulatoriais (AMA), visando ao fortalecimento da atenção primária no Sistema Único de Saúde (SUS), na região sul da cidade de São Paulo. Estamos em expansão, e teremos a inauguração do novo complexo Paraisópolis (UBS, AMA 24h) e, por isso, surgirão diversas oportunidades para médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem (AMA), auxiliar de enfermagem (PSF), técnico de farmácia, técnico de raio X e técnico administrativo. Se você tem interesse em fazer parte de uma instituição que é referência em saúde e tem como valores honestidade, verdade, integridade, diligência, justiça, altruísmo, autonomia, profissionalismo e trabalho em equipe, junte-se a nós e convide seus amigos!Autor:Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

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Paulo Freire é declarado o patrono da educação brasileiraInformações
calendar_today03/05/2012

Paulo Freire é declarado o patrono da educação brasileira

O educador e filósofo pernambucano Paulo Freire (1921-1997) passa a ser reconhecido como patrono da educação brasileira. É o que estabelece a Lei nº 12.612, do dia 13 último. Freire dedicou grande parte de sua vida à alfabetização e à educação da população pobre. Oriundo de uma família de classe média, Freire conviveu com a pobreza e a fome na infância, durante a depressão de 1929. A experiência o ajudou a pensar nos pobres e o levou, mais tarde, a elaborar seu revolucionário método de ensino. Em 1943, chegou à Faculdade de Direito da Universidade de Recife, hoje Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Durante o curso, teve contato com conteúdos de filosofia da educação. Ao optar por lecionar língua portuguesa, deixou de lado a profissão de advogado. Em 1946, assumiu a direção do Departamento de Educação e Cultura do Serviço Social de Pernambuco, onde passou a trabalhar com pobres analfabetos. Em 1961, como diretor do Departamento de Extensões Culturais da Universidade de Recife, montou uma equipe para alfabetizar 300 cortadores de cana em 45 dias. As experiências bem-sucedidas com alfabetização foram reconhecidas em 1964 pelo governo de João Goulart, que aprovou a multiplicação das experiências no Plano Nacional de Alfabetização. No entanto, poucos meses após a implantação, o plano foi vetado pelos militares, que assumiram o governo. Freire foi preso e expulso do país. Em 16 anos de exílio, passou por Chile, Suíça, Estados Unidos e Inglaterra e difundiu sua metodologia de ensino em países africanos de colonização portuguesa, como Guiné-Bissau e Cabo Verde. Em sua obra mais conhecida, A Pedagogia do Oprimido, o educador propõe um novo modelo de ensino, com uma dinâmica menos vertical entre professores e alunos e a sociedade na qual se inserem. O livro foi traduzido em mais de 40 idiomas. Visão — Para a diretora de currículos e educação integral do Ministério da Educação, Jaqueline Moll, o Brasil presta uma homenagem a Paulo Freire por sua obra pela educação brasileira. “Paulo Freire é a figura de maior destaque na educação brasileira contemporânea, pelo olhar novo que ele constrói sobre o processo educativo”, afirma. “Ele tem ajudado muitos países no mundo a repensar a visão vertical que temos nas salas de aula, de um professor que sabe tudo e do estudante que é uma tábula rasa e nada sabe.” “Uma homenagem mais que justa”, comemora Leocádia Inês Schoeffen, secretária municipal de Educação de São Leopoldo (RS), cidade a 50 km de Porto Alegre. Todas as 35 escolas públicas do município já aderiram ao Programa Mais Educação, que amplia a jornada diária para o mínimo de sete horas. “O Mais Educação, do ponto de vista da educação popular, não é restrito ao ambiente escolar, mas articula-se com a comunidade. Assim, há afinidade grande desse programa com o que o Paulo Freire defendia, que é fazer a leitura do mundo e a inserção do educando no seu meio, capacitando-o para que seja agente do seu momento histórico”, diz. Reconhecido internacionalmente, Paulo Freire recebeu inúmeros títulos e importantes premiações. No portal Domínio Público, do MEC, pode-se baixar gratuitamente o livro Paulo Freire, de Celso de Rui Beisiegel, uma coletânea de análises de seus textos mais importantes. A Lei nº 12.612, de 13 de abril de 2012 foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 16, Seção 1 página 1.Autor:Hélio Consolaro

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Residência Educacional levará 15 mil universitários para estagiar na redeInformações
calendar_today26/04/2012

Residência Educacional levará 15 mil universitários para estagiar na rede

O governador Geraldo Alckmin e o secretário da Educação, Herman Voorwald, anunciaram na manhã desta quarta-feira (18) a criação do programa Residência Educacional. O novo programa oferece bolsas de R$ 425, mais auxílio-transporte de R$ 180 para 15 mil universitários que começam - já no segundo semestre de 2012 - a estagiar em 483 escolas estaduais. O investimento previsto para essa etapa é de R$ 73,1 milhões. Durante o evento, o governador Geraldo Alckmin ressaltou a importância do Residência Educacional para fortalecer a formação dos jovens universitários. “O programa irá trazer os alunos das universidades para serem professores, para participarem do magistério de São Paulo”, afirmou. Os bolsistas farão seus estágios nas escolas consideradas mais vulneráveis nos aspectos socioeconômico, de infraestrutura e de aprendizagem. “A importância da proposta é que o universitário aprenda a conviver com a realidade de uma unidade escolar durante esse estágio. Além disso, o objetivo é estimular que, uma vez concluída a sua licenciatura, ele preste concurso e ingresse como servidor na rede”, explicou o secretário Herman Voorwald. Com o início marcado para o segundo semestre de 2012, o programa já tem ações planejadas para os próximos anos. Em 2013, com o acréscimo R$ 56,6 milhões, serão selecionados mais 11.480 universitários para atuar em 361 escolas. Em 2014, o aporte adicional de R$ 54,3 milhões incluirá mais 11.417 bolsistas presentes em 359 unidades de ensino. Chamamento O chamamento público para as instituições de Ensino Superior interessadas em participar da Residência Educacional será realizado em breve. O processo seletivo para estudantes candidatos ao programa será realizado pelas próprias universidades e faculdades cadastradas. A duração do estágio será de 400 horas, não podendo ultrapassar sete meses. Durante o estágio, o universitário desenvolverá um projeto de apoio pedagógico. Esse trabalho servirá como um legado que continuará a ser usado na busca pela qualidade de aprendizado na escola. A Secretaria da Educação e a instituição de ensino superior parceira da iniciativa serão responsáveis pelo acompanhamento do projeto.

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